Muito obrigada pelos comentários, depoimentos e sugestões no último post. As informações que vocês deram foram muito importantes, assim como foi bem interessante ver como o problema da cama compartilhada com filhos maiores afeta um número bem maior do que eu imaginava e que isso se estende até uma idade bem considerável (algo perto da adolescência).
Nós não temos dificuldade em dividir a cama com a Mariana, mas realmente não queremos que isso se prolongue por muito tempo como foi o caso com o Serginho, por isso toda essa minha preocupação em como fazer para ela voltar a dormir sozinha (coisa que sempre fez). E a questão mais crucial de tudo isso é "até quando a cama compartilhada?". Como não existe uma resposta padrão nem para essa e nem para nenhuma outra questão da maternidade compilei algumas informações que vocês deram no post.
A primeira conclusão que cheguei partiu de um comentário da Ana Paula que isso talvez seja uma fase em que a Mariana está mais grudenta conosco, até por ter passado bastante tempo dormindo conosco no Brasil com uma mudança completa de rotina que já estávamos acostumadas por aqui. Por isso vou tentar ter bastante paciência e colocar as coisas no eixo com mais calma.
Segundo ponto é sobre insistir em deixar a criança chorando. Isso não serve para mim. Infelizmente ou não. Tenho um certo pavor de ver qualquer ser chorando. Ontem só para ilustrar vi um cachorro chorando na porta da loja da Nespresso, muito provavelmente porque estava com frio. De duas uma, ou sequestrava o cachorro e trazia para casa ou dava meia volta e acabava com o passeio. Fiquei com a segunda opção. Se me incomoda ver um cão que nem é meu chorando, imagine minha filha.
Terceiro ponto com base nos comentários da Carol P e da Carolina Pombo: ficar com ela até ela adormecer e usar a técnica dos 5 minutos. Acredito que isso dá para tentar. Acho que não deva ser fácil insistir no começo para que ela fique no berço, da mesma forma que não é fácil insistir para que ela fique na cadeirinha do carro. Mas é possível tentar. Seria uma variação da técnica do PU/PD que a "Encantadora de Bebês" descreve no livro. O que eu já tinha tentado no PU/PD não funcionou porque acabou despertando ainda mais a Mariana e atrapalhando o sono de vez. Nesse caso ao invés de pegar no colo seria ficar com ela próxima do berço, fazendo um cafuné, deitando-a quando ela se levantasse, até que o sono chegasse.
Agora só falta por as mãos na obra e insistir para que ela fique no berço. E dá-lhe força e coragem para não ceder ao impulso irresistível de dormir com essa coisa fofa na cama. O futuro agradece.
Depois eu conto se consegui fazer ela se acostumar no berço e como está sendo o resultado.
Bjs
Lu